terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Natal - Festa do Cristianismo

Natal: celebração do nascimento de Jesus
Os cristãos atribuem a determinado dias do calendário uma importância religiosa. Estes dias estão ligados à vida de Jesus Cristo ou à história dos primórdios do movimento cristão.

O calendário litúrgico cristão inclui as seguintes festas:
  • Alguns dias têm uma data fixa no calendário (como o Natal, celebrado a 25 de Dezembro), enquanto que outros se movem ao longo de várias datas.Advento: período constituído pelas quatro semanas antes do Natal, entendidas como época de preparação para a celebração do nascimento de Jesus Cristo;
  • Natal: celebração do nascimento de Jesus;
  • Epifania: para os católicos, celebra a adoração de Jesus Cristo pelos Reis Magos, enquanto que para os cristãos ortodoxos o seu baptismo. Acontece doze dias após o Natal;
  • Sexta-feira Santa: morte de Jesus,
  • Domingo de Páscoa: ressurreição de Jesus;
  • Ascensão: ascensão de Jesus ao céu. Acontece quarenta dias após o Domingo de Páscoa;
  • Pentecostes: celebração do aparecimento do Espírito Santo aos cristãos. Ocorre cinquenta dias após o Domingo de Páscoa.
Jesus Cristo

      religião cristã surgiu na região da atual Palestina no século I. Essa região estava sob domínio do Império Romano neste período. Criada por Jesus, espalhou-se rapidamente pelos quatro cantos do mundo, se transformando atualmente na religião mais difundida.
      Jesus foi perseguido pelo Império Romano, a pedido do imperador Otávio Augusto (Caio Júlio César Otaviano Augusto), pois defendia idéias muito contrárias aos interesses vigentes. Defendia a paz, a harmonia, o respeito um único Deus, o amor entre os homens e era contrário à escravidão.
      Enquanto isso, os interesses do império eram totalmente contrários. Os cristãos foram muito perseguidos durante o Império Romano e para continuarem com a prática religiosa, usavam as catacumbas para encontros e realização de cultos.

A Bíblia

O livro sagrado dos cristãos pode ser dividido em duas partes: Antigo e Novo Testamento. A primeira parte conta a criação do mundo, a história, as tradições judaicas, as leis, a vida dos profetas e a vinda do Messias. No Novo Testamento, escrito após a morte de Jesus,  fala sobre a vida do Messias, principalmente. 

Símbolos
O principal símbolo do cristianismo é a cruz, que  sintetiza a história da salvação e paixão de Jesus, significando também a possibilidade de ressurreição.
Outro símbolo cristão, que remonta aos começos da religião. é o Ichthys ou peixe estilizado (a palavra Ichthys significa peixe em grego, sendo também um acrónimo de Iesus Christus Theou Yicus Soter, "Jesus Cristo filho de Deus Salvador"). 
Outros símbolos do cristianismo primitivo, por vezes ainda utilizados, eram o Alfa e o Ómega (primeira e última letras do alfabeto grego, em referência a Cristo como princípio e fim de todas as coisas), a âncora (representando a salvação da alma que alcancou o bom porto) e o "Bom Pastor", a representação de Cristo como o dedicado pastor de suas ovelhas.

Três principais ramos do cristianismo: 
Existem três ramos do Cristianismo: Protestantismo, Catolicismo e Igreja Ortodoxa. Em razão disso, existem, também, diferentes concepções e aspectos em cada um deles. Contudo, de forma universal, podemos afirmar que os adeptos ao Cristianismo creem na existência de um Deus, criador do universo; de Jesus Cristo, elemento central da religião, considerado o redentor da humanidade; e da vida após a morte.
Ensinamentos - Os Dez Mandamentos
De acordo com o cristianismo, Moisés recebeu Deus duas tábuas de pedra onde continham os Dez Mandamentos:
1. Não terás outros deuses diante de mim.
2. Não farás para ti imagem de escultura, não te curvarás a elas, nem as servirás.
3. Não pronunciarás o nome do Senhor teu Deus em vão.
4. Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Seis dias trabalharás, mas o sétimo dia é o sábado do seu Senhor teu Deus, não farás nenhuma obra.
5. Honra o teu pai e tua mãe.
6. Não matarás.
7. Não adulterarás.
8. Não furtarás.
9. Não dirás falso testemunho, não mentirás.
10. Não cobiçarás a mulher do próximo, nem a sua casa e seus bens.

Sugestão vídeo TV Escola



Sugestões filmes/ documentários




Leia mais
http://www.brasilescola.com/religiao/cristianismo.htm
http://www.vivos.com.br/86.htm
http://www.suapesquisa.com/cristianismo/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo





quarta-feira, 18 de julho de 2012

Os amigos na adolescência



    Somos seres em constante relação. Uma importante forma de relacionamento, principalmente entre os jovens, é a amizade. Importante e necessária, embora poucos consigam tê-la presente em sua vida.
Imagem

         A amizade, como outros tesouros, não é encontrada com facilidade, pois requer conquista constante, atenção, lealdade e comprometimento. E talvez, o que a enobrece, o que a torna tão importante e significativa seja exatamente esse tempo que precisamos dedicar a ela.
           Quem não quer ter amigos?
     Contudo, às vezes um relacionamento com um colega vem se fortalecendo e, quando menos esperamos, em vez de se transformar em amizade, torna-se uma grande inimizade. Mais uma vez, ficamos sozinhos, afastados do colega ou mesmo do grupo social com o qual convivemos. Nesses casos, precisamos ser fortes para superar essa dificuldade passageira e encontrar forças em Deus para cativar novas amizades.
    A amizade é um relacionamento afetivo universal e se entende indistintamente a todos os seres humanos. Ela existe entre sexos opostos, jovens, crianças, adultos, idosos... Por que, então, é tão complicado fazer amigos?
    Justamente porque é preciso “fazê-lo”, uma vez que não há amigos prontos, acabados. A amizade requer tempo, dedicação e, especialmente, que as pessoas estejam predispostas a se aproximar umas das outras, revelando a sua verdadeira personalidade. Muitas vezes perdemos a oportunidade de conhecer pessoas novas e interessantes, que poderiam talvez ser grandes amigas nossas, porque nos fechamos em nosso mundo egoísta. Quase sempre julgamos os outros pela primeira impressão e impedimos que se aproximem. Esse preconceito causa a perda de grandes amizades.
(Trecho texto TONGU, M. I. de Oliveira. Alegria de Viver. Ed. Religiosa. ed. Moderna. p 67)
Sugestão atividades:
Leia - Amizade falsa e verdadeira

terça-feira, 19 de junho de 2012

Meio Ambiente e Ensino Religioso

Conheçam a maravilhosa aula que Professora: Josiane Crusaro desenvolveu com a  8ª série.


Temática: A Árvore: Fotografando imagens das belezas naturais!

Acesse FONAPER  e confira!

Tenha ótima aula.


Fonte: FONAPER, Fórum Nacional Permanente do ensino Religioso. http://www.fonaper.com.br/noticias.php?id=2

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Símbolos e rituais da Festa Junina


Você conhece a origem dos símbolos da festa junina?
 fogueira? balões? mastro de São João? quadrilha? 

As Festas Juninas, são tradicionalmente homenagens a três santos católicos, são eles: Santo Antonio, São João, São Pedro e São Paulo . Esse período das festas juninas é bem caracterizado pelas brincadeiras e símbolos, mas também pelas simpatias, normalmente feitas para se arrumar um amor.
Todos esses elementos são rituais de origem popular, a que podemos identificar como folclóricos, pois foram inventados pelo povo, variando de acordo com as regiões do país.

*Para saber mais desses santos e das igrejas dos santos em Recife assista ao vídeo:

*Em seguida mostre uma imagem de bandeirinhas aos alunos e peça para complete a frase:
- Festa Junina me lembra.......................................................................................

*Para saber mais sobre – Origem da fogueira – uso de balões – mastro de São João – Quadrilha – acesse aqui - e faça a leitura do texto com os alunos.


* Assista com seus alunos o vídeo do programa da série "Um Dia de Festa", em que as principais festas de alguns países revelam como cada sociedade cria e recria seus mitos e costumes. Neste vídeo, a festa de São João, em Córsega.


Depois divida a turma em grupos para que pesquisem mais e preparem slides para apresentar as demais séries da escola:
*Finalize o conteúdo com este Quiz São João - Clique e responda.

Boa aula!!!

sexta-feira, 1 de junho de 2012


Conheçam a sugestão de aula da Alinne Grazielle Neves Costa de Uberlândia.
Coautor(es) - Aléxia de Pádua Franco, Leide Alvarenga Turini
África e Brasil - laços através da religiosidade:

Aline divide o planejamento em 3 atividades.

Aproveitem e boa aula!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Atividades para Ensino Religioso

Encontrei no blog http://ensinoreligioso2.blogspot.com.br - Ensino Religioso para Educação Infantil do Colégio Patrocínio de São José, várias atividades para essa disciplina. 

Você, professor que trabalha com a Ed. Infantil pode aproveitar.


boas aulas!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

domingo, 22 de abril de 2012

Torá, a Escrita Sagrada do Judaísmo



Torá, que em hebraico significa “Lei”, é um conjunto de cinco livros escritos originalmente em rolos, trazendo os preceitos principais da legislação mosaica. Segundo a tradição histórica, o texto de inspiração divina, foi transmitido diretamente por Deus a Moisés. Cada livro é denominado pela primeira palavra do texto em hebraico: BerechitChemolVayiqráBammidbar e Elleh hadevarim. Na tradução grega das escrituras hebraicas, os livros passaram a ser chamados deGênesisÊxodoLevíticoNúmeros e Deuteronômio, respectivamente, de forma que sintetizasse o assunto dominante. Esta denominação passou para a versão latina, sendo assim chamados na Bíblia cristã, constituindo o Pentateuco do Antigo Testamento.
Os livros sagrados do judaísmo estão divididos em três partes: a Lei (Torá), os Profetas (Nebiím) e os Escritos (Ketubim). Juntando as iniciais destas três designações, forma-se o conjunto chamado em hebraico, de Tanak.

A Torá, responde aos questionamentos fundamentais da existência humana e das religiões, como a criação do mundo, a origem da morte. É o livro das promessas de Deus, do código da aliança entre Deus e Israel. Traz a história da origem do povo judeu, desde a criação do mundo, ao exílio e escravidão no Egito, o êxodo através 
do deserto, e a revelação das palavras divinas a Moisés, no Monte Sinai. Os cinco livros que compõem a Torá têm a sua origem e redação atribuída a Moisés, apesar de ser contestada. Há teorias que admitem que a sua composição foi feita oralmente e por escritos anteriores a Moisés, assim como adições posteriores a ele. Mas, tradicionalmente, Moisés é o autor e o legislador da Torá.



A partir deste livro sagrado, nasceu a religião monoteísta do mundo ocidental, dando origem ao judaísmo, cristianismo e islamismo. Os comentários e preceitos que envolvem a mística divina da Torá foram compilados em um conjunto de textos do judaísmo, o Talmude, um legislador e intérprete dos problemas judeus no seu dia a dia, harmonizando com a essência da Lei.

Retirado

domingo, 15 de abril de 2012

sábado, 14 de abril de 2012

Religiões Indígenas



O conhecimento do fenômeno religioso nas tradições indígenas sugere um repensar sobre o nosso conceito acerca desses povos e sua milenar sabedoria e cultura.
Os índios querem continuar sendo índios e têm esse direito assegurado na Constituição do nosso país. “São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam, competindo à União demarcá-las, proteger e fazer respeitar todos os seus bens.” (Constituição Federal – Art. 231).

Conhecer as expressões religiosas dos povos indígenas permite compreender melhor a sua cultura e superar o preconceito que muitos ainda têm em relação ao índio e seu modo de vida.

ESTRUTURA DAS RELIGIÕES INDÍGENAS - A estrutura das religiões indígenas é sólida e muito bem elaborada, permitindo a equilibração do homem com o meio intra e extra psíquico. A harmonia deste com a Mãe Terra é condição básica para sua sobrevivência e é, portanto, elemento inseparável de seus ritos e encontro com a transcendência.
A IDÉIA E A REPRESENTAÇÃO DO TRANSCENDENTE - O Transcendente (Deus) em algumas tribos é compreendido como um ser natural, bondoso, que gosta de todos e que está em paz com todos os seres. Algumas nações acreditam no Transcendente como um Ser Superior e em seres menores, seus auxiliares. Há também religiões que acreditam num mundo espiritual povoado de divindades (espíritos), sem uma hierarquia definida entre eles. São os espíritos dos ancestrais, os espíritos das florestas, das ervas medicinais, entre outros. Os espíritos maus devem ser apaziguados e os bons devem ser convencidos a ajudá-los. Os nomes dados à divindade superior e aos espíritos variam de uma nação para outra: Maíra, Itukoóviti (aquele que criou todas as coisas), Nhyanderú, Nhyanderuvusú, Nhyanderupapá, etc. Entretanto, a maioria das tribos dá mais atenção às mitologias de heróis míticos, caracterizados como heróis civilizadores, que ensinaram técnicas, costumes, ritos e as regras sociais aos membros da tribo. Em algumas tribos o sol ou a névoa que cobre as florestas à tardinha ou de manhã é considerado como o reflexo e a representação ou manifestação do Ser Supremo ou das divindades. Contudo, cada nação concebe o Transcendente e o representa de forma diversa.
A IMPORTÂNCIA DO RITO - O rito fundamenta toda a realidade, define a organização da vida social e é fonte de memória e conhecimento. Há rituais para celebrar o fim das estações da chuva ou seca, outros para comemorar a chegada das colheitas; há rituais de casamento e vitórias em guerras com outras tribos.
Revestem-se de grande importância para as famílias os rituais de iniciação ou passagem para a vida adulta dos jovens e também o nascimento de crianças. Os rituais estão ligados aos mitos. O ritual e o mito atualizam o passado e ajudam a modificar e compreender o presente.
TEXTO SAGRADO - O texto sagrado é transmitido na forma oral. São histórias míticas que os sábios anciões contam oralmente para toda a tribo, preservando assim a sabedoria e a tradição. 
Os mitos falam geralmente da origem e transformação do universo, da vida, das outras nações indígenas, dos fenômenos de ordem espiritual ou sobrenatural que acontecem com as pessoas na aldeia. Contam como os homens aprenderam a cultivar a terra, a fabricar os instrumentos, qual a posição de sua sociedade tribal em relação às outras, quem instituiu as suas regras sociais e ritos religiosos, o que acontece com as pessoas depois da morte, etc. Atualmente, porém, algumas comunidades indígenas utilizam a escrita.
VIDA ALÉM MORTE - De modo geral, nas diversas nações indígenas, acredita-se que cada pessoa possui um espírito imortal. A idéia de espírito difere de um grupo para outro. Há comunidades como os Krahó, ramo dos Timbíra, que acreditam que não somente os seres humanos possuem espírito, mas todos os seres sejam animais, vegetais ou minerais. Alguns dividem a alma em duas forças, uma das quais permanece na terra em situação de perigo para os seres vivos e outra parte vai para o paraíso.
Os Kaingáng acreditam que o indivíduo, após a morte, torna-se outra vez jovem, vivendo mais uma vida em outro plano existencial. Morre novamente, transformando-se num pequeno inseto, formiga preta ou mosquito. Os Kayová acreditam que o espírito ou alma tem uma parte sublime, de origem celeste e outra parte menos boa da alma que se desenvolve durante a existência do indivíduo. Para essa tribo, a reencarnação só é possível para as almas das crianças que morreram. De modo geral, predomina a crença de que a morte é o corte abrupto da vida e início de outra vida repleta de alegrias.
Imagem da Internet
Leia mais

terça-feira, 3 de abril de 2012

Amar de verdade

Assim como o dinheiro e o ouro, o amor pode ser falso ou verdadeiro.
Muitos pensam estar amando, quando na verdade estão alimentando uma ilusão egoística.
A nossa realização pessoal e a nossa felicidade dependem da prática do amor, por isso precisamos ter ideia clara do amor. Precisamos distinguir amor de egoísmo, diferençar amor de paixão, conhecer os vários tipos de amor.
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Egoísmo vem de ego (eu em latim). Normalmente, chamamos de egoísta aquele que só pensa em si, que quer tudo para si, que não se preocupa com os outros.
Não se deve confundir egoísmo com amor-próprio. No fundo, o egoísta não aprendeu a amar os outros nem a si mesmo. Parece contradição dizer que o egoísta não ama a si mesmo. Acontece que egoísta se ama erradamente, pratica um falso amor. Ele não aprendeu a Sr feliz.
O egoísta valoriza principalmente o ter. Ora, os valores materiais não são suficientes para nos realizar.
O egoísta também busca os prazeres a qualquer preço, mesmo transformando os outros em objetos de seus desejos insaciáveis. Ora, os prazeres também não são suficientes para nos tornar felizes.
(Texto retirado do livro – De mãos dadas, educação religiosa. 8ª série - Pág. 26)

Leia os textos:

Atividade:
Você é capaz de distinguir os tipos de amor nos textos abaixo?
Leia com atenção e escolha as respostas (Amor-paixão - Amor-amizade - Amor-caridade):

O meu tempo e o teu, amada, 
transcendem qualquer medida.
Além do amor não á nada
Amar é o sumo da vida.
(Carlos Drummond d Andrade)
Amor?.............................................................

Tenho piedade dos pobres
que não têm leito nem pão;
mas sofro mais por aqueles
que não têm mais ilusão.
(Corrêa Júnior)
Amor?.............................................................

Meu coração, não sei por que,
bate feliz quando te vê.
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo
Mas mesmo assim foges de mim.
(joão de Barro e Pixinguinha)
Amor?.................................................................

Ele é a dádiva mais rica
para nós em toda parte.
Amigo é aquele que fica
quando todos os outros partem.
(Héber Salvador de Lima)
Amor?.................................................................

Leva na mão benfazeja
socorro a quem quer que seja,
mais dize á mão que se oculte
para que o mundo não veja.
(Manuel Moura)
Amor?..............................................................

Meus amigos quando me dão a mão
sempre deixam outra coisa:
presença, olhar, lembrança, calor.
(Paulo Leminski)
Amor?.............................................................


Respostas: 1.Amor-paixão 2. Amor-caridade 3. Amor-paixão 4. Amor-amizade 5. Amor-caridade 6. Amor-amizade.


*Encerre a aula com o Jogo "Amar é" - Clique aqui


................

quinta-feira, 29 de março de 2012

Um conjunto de ensinamentos básicos do budismo

No budismo, vários livros são tidos como essenciais para a sua compreensão.

O Dhammapada, que em língua páli pode ser traduzido como “caminho da virtude”, é um conjunto de ensinamentos básicos do budismo
Segundo a tradição, o Dhammapada seria uma coletânea de provérbios proferidos por Siddharta Gautama, o Buda, durante os 45 anos da sua pregação espiritual pelo mundo. Está escrito em uma linguagem simples e sintética, elucidando que cada ser humano é o único que se pode ajudar, sendo a presença dos Budas apenas um sinal de orientação no meio dos esforços pessoais de cada um. Os escritos condenam tenazmente o ascetismo e grandes sacrifícios físicos. A força pessoal é o maior credo budista.

O Dhammapada debruça-se sobre temas como severidade, maldade, amizade, castigo e pensamento, e, essencialmente, a obra dedica-se à bondade que há em todos os seres, pregando a não violência entre os homens.A origem e autoria da obra jamais chegaram a ser estabelecidas, sendo a sua essência principal talhada na mensagem espiritual dos ensinamentos de Siddharta Gautama, o Buda, que viveu entre os anos 560 e 480 a.C.

Retirado:

domingo, 25 de março de 2012

As diferentes religiões no Brasil e na Escola

religião no Brasil é muito diversificada e caracteriza-se pelo sincretismo. A Constituição prevê a liberdade de religião e a Igreja e o Estado estão oficialmente separados, sendo o Brasil um Estado laico.[2] A legislação brasileira proíbe qualquer tipo de intolerância religiosa, sendo sua prática geralmente livre no país.

- Quero deixar como sugestão de aula, este ótimo planejamento da professora Liliane.
*Acesse a aula - As diferentes religiões no Brasil e na Escola e desenvolva com seus alunos. Além de se utilizar de várias mídias, sugere vários links para enriquecer o conhecimento do professor e alunos.

Boa aula!
Abraço virtual

Ritos: Festas Religiosas





Muro das Lamentações, Jerusalém.
Judaísmo - As festas Judaicas estão centradas na libertação do povo judeu. Entre elas:

Pessach (Páscoa) – É a mais antiga festividade judaica. Realizada em 14 de nisã (calendário judaico), para nós geralmente em fins de março ou no começo de abril, celebra o Êxodo, em que Deus libertou o povo judeu liberado por Moisés da escravidão do Egito. Nesse dia, as famílias se reúnem para a refeição da Páscoa, ou Seder. Nos sete dias que se seguem, o pão comum é substituído por um não-fermentado e por ervas amargas. É o período da Festividade dos Pães não-fermentados (Matzot). Durante a refeição o mais moço pergunta ao pai o significado da esta e este conta a história da libertação do povo judeu e sua fuga do Egito.


Cristianismo – As principais festas cristãs estão ligadas a vida de Jesus.

Páscoa – Celebra o acontecimento mais importante do cristianismo: a ressurreição de Cristo.



Mesquita
Islamismo 

Aid-el-Seghir – Festa realizada ao térmico do Ramadã, é uma grande refeição familiar, em que as pessoas se reconciliam.




*Que tal pesquisar as festas e Ritos das outras Tradições Religiosas e o porquê elas são comemoradas?


*Sugestão de aula para as séries iniciais:

Boa aula!
Abraço virtual

Imagens retiradas aqui e aqui e aqui.
Texto livro Alegria de Viver págs.104 - 117.


sábado, 10 de março de 2012

Religiões Indígenas


             Em se tratando da espiritualidade e religiosidade indígena é importante entender que suas religiões, de modo geral, são marcadas pela praticidade. Em várias nações indígenas a vida e a existência estão impregnadas de sentido do sagrado, tudo está ligado. O ser humano nasce puro e pode viver em plena comunhão com o Grande Espírito sem medo da condenação eterna ou do pecado original. Não há necessidade de religar-se, pois já está ligado à Mãe Vida, à Natureza, de modo que tudo o que nos foi dado pelo Grande Espírito é sagrado, e é dever de cada membro da comunidade viver em harmonia com toda a vida.

"Podemos dizer que os grupos indígenas, que povoaram o Brasil antes do advento dos portugueses, não chegaram a um conceito claro da divindade, menos ainda a cultuar publicamente um deus único, mas certamente tenderam a um monoteísmo implícito na figura de um Ser Superior". (Olavo Solera)
Para saber mais leia 
*Sugestão vídeo


*Atividades
a) Como os indígenas chamam-no Deus?
b) Qual é o livro sagrado dos Indígenas?
c)A cultura religiosa indígena acredita em vida pós  morte?

sexta-feira, 2 de março de 2012

Como trabalhar em sala a Campanha da Fraternidade?

Imagem do google

      O texto de José Carlos Cacau Lopes, ‘A Dimensão Pública da Saúde’ tem como objetivo servir de apoio a trabalhos de educação e saúde.


     Também está disponível a Obra da Profª Psicopedagoga Leonor Maria Bernardes Neves “ENSINO RELIGIOSO. Fraternidade e Saúde Pública, Subsídios para o Professor”, onde podemos encontrar orientações para o professor trabalhar em sala de aula na pág. 35 cap. IV

Vale a pena conferir:

Lembrando: Essa obra poderá ser reproduzida, desde que a fonte seja citada.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A Bíblia, o Grande Livro do Cristianismo




Bíblia, do grego byblos, significa “livro”, designado de “Livro por excelência”, tido como sagrado, quer pelos judeus, quer pelos cristãos.
A Bíblia reconhecida pelos judeus é dividida, como foi dito acima, em três partes (Torá – a Lei, Nebiím – os Profetas e, Ketubim – os Escritos), chamadas de Tanak.
A Bíblia cristã é formada pelo Antigo Testamento, ou seja, os escritos judaicos (Tanak), anteriores a Cristo; e pelo Novo Testamento, que traz os escritos sagrados a partir de Jesus Cristo. Os judeus não reconhecem Jesus Cristo como o profeta messiânico, portanto recusam o Novo Testamento.
Dentro dos livros do Antigo Testamento, sete não são aceitos pelos judeus, pelos cristãos evangélicos e ortodoxos russos: TobiasJuditeSabedoria, 1 Macabeus,2 MacabeusEclesiástico e Baruc; sendo todos eles reconhecidos pela igreja católica e pela igreja ortodoxa. Estes livros são chamados de apócrifos, ou seja, não-inspirados por Deus, com um sentido apenas histórico.
Também a classificação judaica dos livros do Tanak diverge da classificação da Bíblia cristã. Depois do Pentateuco (os cinco livros atribuídos a Moisés), os judeus classificam seis livros chamados de Profetas Anteriores (Josué, Juízes1 Samuel2 Samuel1 Reis2 Reis), seguindo-se-lhes os Profetas Posteriores (IsaíasJeremiasEzequiel e os doze profetas menores). Os Escritos trazem, nesta ordem, os Salmos, os ProvérbiosCântico dos CânticosRute,LamentaçõesEclesiastesEsterDaniel, EsdrasNeemias1 Crônicas e 2 Crônicas.
O Novo Testamento traz os livros evangélicos (Mateus, Marcos, Lucas e João), que contam a vida de Cristo, sua pregação, parábolas, ensinamentos, sua morte e a sua ressurreição; além de livros doutrinais e epístolas, que dão continuação à palavra de Cristo após a sua morte, formando um conjunto de preceitos essenciais para a base do cristianismo, nascido da velha profecia messiânica judaica, tendo como Cristo o cumpridor desta profecia. O Novo Testamento encerra-se com a visão apocalíptica do apóstolo João, e das revelações feitas a partir deste livro. Esta parte da Bíblia surgiu na segunda metade do século I, dando origem aos alicerces cristãos e ao rompimento com o judaísmo. 
Grande parte do Antigo Testamento foi escrito em hebraico, com exceção de alguns trechos dos livros de Daniel e Ester, redigidos em aramaico. Na época que Cristo viveu, o aramaico havia suplantado o hebraico (confinado à liturgia) como língua falada na Palestina. Jesus ensinou em aramaico, mas a língua desapareceu diante da disseminação das línguas grega e latina. Os livros do Novo Testamento, com exceção do de Mateus, escrito em aramaico, foram todos redigidos em grego.


Os livros da Bíblia teriam sido escritos em 1300 anos, abrangendo um período de mais de 2000 anos de duração, sendo que mais de 3300 anos decorreram até os tempos atuais.
A Bíblia prega no seu todo, um Deus único e universal, tendo como mensagem fundamental os princípios do homem atrelados à Lei, aos ensinamentos, aos códigos morais, que traduzem da fraternidade, humildade, simplicidade e felicidade, nas promessas de uma ressurreição dos mortos e da vida eterna, perdidas pela desobediência de Adão, redimidas na promessa messiânica. Dentro desta obra monumental da literatura universal, encontramos vários gêneros literários: histórico, poético, épico, jurídico, sapiencial e de teor sagrado.

Retirado


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