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domingo, 6 de novembro de 2011

Lugares Sagrados

Uma tradição muito popular dos católicos no Brasil são as peregrinações a Nossa Senhora Aparecida, onde a santa fez sua aparição na cidade de Aparecida do Norte, a santa então ficou conhecida como a Padroeira do Brasil.
 Em 4 de julho de 1980 o papa João Paulo II, em sua histórica visita ao Brasil, consagrou a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, o maior santuário mariano do mundo, em solene missa celebrada, revigorando a devoção à Santa Maria, Mãe de Deus e sagrando solenemente aquele grandioso monumento construído com o carinho e devoção do povo brasileiro.

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Os cultos dos judeus acontecem num templo chamado de sinagoga e são comandados por um rabino.
Dentro das sinagogas existe uma arca que representa a ligação entre Deus e os judeus,na arca são arquivados os pergaminhos sagrados da Torá.
O Muro das Lamentações, ou Muro Ocidental, (Qotel HaMa'aravi הכותל המערבי em hebraico), é o local mais sagrado do judaísmo.
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Segundo a tradição islâmica Maomé obteve sua primeira visão em 610, quando meditava em uma caverna perto de Meca, sua cidade natal.
Depois da visão Maomé entendeu que a ordem era que pregasse a mensagem de Alá para o povo de seu país. A viagem de Maomé de Meca para Medina ficou conhecida como Hégira, porque a tribo dos curaixitas controlava a cidade e Maomé teve que sair fugido.
Em 630 Maomé voltou a cidade com o exército e ofereceu a cidade paz, após Maomé tornou-a cidade sagrada e centro do islã. 
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Lugares sagrados para indígenas
Os dois lugares que fazem parte do Kwarup, a maior festa ritualística entre os povos do Alto-Xingu – partilhada pelas nove etnias que formam seu complexo cultural –, estão fora da demarcação do Parque Nacional. O pedido ao Iphan para tombamento dos lugares sagrados foi apresentado em 2008 com a intenção de garantir a conservação e o direito de acesso às comunidades indígenas ao local, além de preservar a cultura nos seus aspectos espirituais e religiosos das comunidades que participam do rito.

Neste ritual, Sagihengu é o lugar onde começa a cerimônia do kwarup e onde as comunidades indígenas afirmar ter ocorrido o Primeiro Kwarup em homenagem a uma mulher: a Mãe. O lugar também tem remédio para ficar forte e bonito, e para sonhar com vida longa. A cerimônia neste local homenageia, efetivamente, a vida, apesar de ser uma cerimônia funerária. O kwarup é uma festa para espantar a tristeza, para acabar com uma situação de luto e encaminhar o espírito para o outro lado, para o lado de cima. No Sagihenhu tem peixe, tem água, tem choro e tem alegria, tem morte que acaba e tem vida que começa, dá início a um novo ciclo de vida.

Outro local sagrado é o abrigo rochoso Kamukuwaká, que também fica fora do parque e tornou‐se propriedade particular apesar da sua importância para a comunidade xinguana. Kamukuwaká é Sepulcro, é Ventre materno, local de vida e de morte, de passagem de um para outro. O lugar era prisão/sepulcro e local de renascimento, onde o cacique Kamukuwaká e seus parentes ficaram encerrados. Este povo, punido pelo Sol, invejoso de sua beleza, é o antepassado dos Waurá. Foi no abrigo Kamukuwaká que teve início o ritual de furação de orelhas, fazendo morrer o menino e nascer o homem.
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O rio Ganges desde muito tempo é considerado um rio sagrado para os hindus, que o veneram na forma da deusa Ganga.
Os hindus reconhecem diversas cidades sagradas na Índia, incluindo Allahabad, Haridwar, Varanasi e Vrindavan. Entre as cidades que possuem templos famosos está Puri, que abriga um dos principais templos vixnuísta de Jagannath e a comemoração de Rath Yatra; Tirumala - Tirupati, lar do Templo Tirumala Venkateswara; e Katra, onde se localiza o templo de Vaishno Devi.
 Os quatro locais sagrados de Puri, Rameswaram, Dwarka e Badrinath (ou, alternativamente, as cidades de Badrinath, Kedarnath, Gangotri e Yamunotri, no Himalaia) compõem o circuito de peregrinação de Char Dham (quatro moradas). 
O Kumbh Mela (o "festival das jarras") é uma das peregrinações hindus mais sagradas, realizada a cada quatro anos; a localização é alternada entre Allahabad, Haridwar, Nashike Ujjain. Outro importante grupo de peregrinações são os Shakti Peethas, onde a Deusa Mãe é cultuada, da qual as duas principais são Kalighat e Kamakhya.

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Sugestão de filme:
Planeta Sagrado - O filme é basicamente um show de imagens, passeando pelas florestas, pelo deserto, por aldeias, por animais, pelo oceano, enfim, toda esta diversidade da Mãe Terra. Mesmo com toda a tecnologia utilizada para a captação das imagens, sabemos, no nosso coração, que Pachamama é cheia de mistérios e belezas dignas de nosso respeito e contemplação profunda. http://www.terramistica.com.br/index.php?add=Artigos&file=article&sid=413


segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Enriquecendo as aulas de Ensino Religioso com filmes

No site "O Transcendente" você encontra ótimas sugestões de bons filmes para enriquecer as aulas de Ensino Religioso com boas reflexões.

Algumas sugestões tratam de experiências baseadas em fatos reais, outras são ficção, porém, todas têm excelente cunho educacional.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Viver...e depois acabar?

      Uma cena chama a atenção no filme Blade runner - o caçador de androides. Um dos androides, criado para viver menos de uma dezena de anos, vai à procura de seu criador com uma pergunta angustiada: "Se você nos programou para um tempo tão curto de existência, por que pôs em nós tamanha sede de viver?"
Foto http://www.cranik.com/bladerunner_critica.html   
      Assim, o robô humanoide de Blade runner faz uma pergunta que está desde os primórdios entalada na garganta da humanidade.
      Temos instinto de sobrevivência, como os animais, mas temos também amores, realizações, projetos, ...A morte grita que um dia tudo isso vai terminar e não gostamos nem um pouquinho da ideia.
      Esse conhecimento não seria uma fonte extra de angústia? Se há um criador, o que será que ele pretende com isso?

(Trecho do texto "Viver...e depois acabar?" de Terezinha Motta Lima da Cruz. Revista Diálogo.
 Vida e Morte nas Tradições Religiosas, pág.48,agosto de 2001 - Nº 23 - Ano VI)

*Fica aí a sugestão para trabalhar o eixo temático - Teologias: Vida além morte nas 8ª série ou 9º anos.
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